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Artigo / 02.07.2015 Pesquisa afirma que consumir ovos reduz risco de desenvolver diabetes

O consumo do ovo sempre foi polêmico na ciência e saber se ele faz mal ou bem para a saúde é um assunto que ainda vai render muita discussão. Uma pesquisa da University of Eastern Finland, publicada nesta semana no American Journal of Clinical Nutrition, acalorou o debate: segundo o estudo, comer ovos pode reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2.

 

Já é sabido que manter um estilo de vida saudável, com prática regular de atividades físicas e alimentação adequada, é crucial para evitar o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Mas o consumo do ovo nunca foi consenso quando fala-se da doença. Algumas pesquisas associaram dietas ricas em colesterol (como as que levam ovo) a distúrbios no metabolismo da glicose e consequente risco da doença. Outras, mais recentes, mostraram que o consumir o alimento pode levar a um melhor equilíbrio da glicose. Em estudo populacionais, a associação entre os ovos e o diabetes ainda não foi bem investigada, e os resultados são inconclusivos. 

 

A pesquisa desenvolvida na Finlândia analisou os hábitos alimentares de 2.332 homens com idade entre 42 e 60 anos entre os anos de 1984 e 1989. Eles foram acompanhados durante 19 anos, e 432 deles foram diagnosticados com diabetes tipo 2.

 

O estudo demonstrou que os homens que comiam aproximadamente quatro ovos por semana tiveram um risco 37% menor de desenvolver diabetes, em comparação com aqueles que consumiam o alimento apenas uma vez por semana. A pesquisa considerou fatores como prática de atividades físicas, índice de massa corporal, tabagismo e consumo de frutas e verduras.

 

Uma possível explicação para o resultado é que, na Finlândia, o consumo de ovos não está associado a hábitos de vida pouco saudáveis. Além do colesterol (que pode ser prejudicial), os ovos contêm muitos nutrientes benéficos e que podem ter um efeito sobre, por exemplo, o metabolismo da glicose, diminuindo o risco de diabetes tipo 2.

 

A pesquisa também sugere que é difícil analisar os efeitos dos alimentos na saúde somente a partir de um nutriente isolado, como o colesterol. Em vez de se concentrar em nutrientes específicos, a pesquisa sugere que os estudos em nutrição busquem se focar cada vez mais nos efeitos da dieta de forma mais geral e suas consequências ao longo dos anos.

 

Fonte: Jornal Zero Hora - 03/04/2015

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Artigo / 07.06.2015 Ovo entra para lista de alimentos que ajudam a perder peso

O ovo foi banido de cardápio pelos médicos por alguns anos. Ele era acusado pela maioria dos especialistas de promover a alta do colesterol e até engordar. Agora, os estudiosos acreditam que ele foi mal julgado e que, na verdade, o alimento pode ser um forte aliado das dietas. 

 

Uma das mais recentes pesquisas sobre o ovo, foi feita pelo Departamento de Obesidade da Pennington Biomedical Research Center da Universidade do Estado de Louisiana. O resultado revela que ingerir o alimento pela manhã faz toda a diferença no emagrecimento. 

 

Os pesquisadores analisaram 152 pacientes, homens e mulheres, entre 25 e 60 anos. Parte do grupo consumiu toda a manhã dois ovos e outra parte adotou bagel - pão tradicional americano. Ao final de oito semanas, a perda de peso entre a turma do ovo foi 65% maior na comparação com os demais voluntários. 

 

O índice de redução de cintura também foi 34% maior entre eles, assim como a redução de gordura - 16% maior.

 

Outra pesquisa, realizada na Bélgica e publicada no Journal of Nutrition, apontou ainda que o ovo é capaz de diminuir o nível de ansiedade. E isso ajuda a tornar o processo da dieta um pouco mais fácil.

 

E para quem pretende, a partir de agora, adotar o alimento no café-da-manhã, experimente as seguintes receitas: 

 

Cardápio 1
1 xícara de chá branco + 2 fatias de pão integral com grãos + 1 fatia de peito de peru + 1 ovo cozido 

 

Cardápio 2 
1 copo (200 ml) de leite de soja light + 3 torradas integrais com tofú + 1 omelete (2 claras e 1 gema) + 1 fatia fina de melão 

 

Cardápio 3 
1 copo (200 ml) de suco de melancia + 1 fatia de pão integral com mussarela de búfala + 1 ovo mexido com tomate 

 

Fonte: Assoc. Gaúcha de Avicultura - Asgav

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Artigo / 05.06.2015 Devo restringir a quantidade de ovos que consumo?

Devo restringir a quantidade de ovos que consumo?

 

Não. Hoje não existe recomendação para limitar o consumo de ovos para pessoas saudáveis. Porém, atualmente, é de conhecimento de todos que o consumo de da gorduras saturadas provoca o aumento do colesterol sanguíneo. O ovo contém quantidades muito baixas de gorduras saturadas (1,5 g das 5,5 g de gorduras insaturadas). Veja mais informações sobre colesterol no texto “Eliminando o mito do Colesterol” (Fonte: aeb.org.br). 

 

“Existem ainda muitas dúvidas a respeito do tipo de alimentação a ser adotada e quais são os alimentos que devem ser evitados. Muitos ainda não ingerem ovos por medo do colesterol, apesar dos resultados dos últimos 30 anos de pesquisas nunca terem comprovado a relação entre o consumo de ovo e as doenças cardíacas. O consumo de ovos - diariamente - não aumenta o risco de doenças do coração em pessoas saudáveis.“

 

Como resultado deste mito, muitos brasileiros privam-se dos benefícios proporcionados pelos nutrientes especiais contidos no ovo. A ciência estabelece resultados consistentes. Um estudo realizado em 2007 - com 9.500 pessoas - reportado no “Medical Science Monitor”, demonstrou que o consumo de um ou mais ovos por dia não aumentou o risco de doenças do coração ou infarto entre adultos saudáveis, e que o consumo de ovos pode estar relacionado com a redução da pressão sanguínea. Os pesquisadores concluíram que a recomendação genérica para limitar o consumo do ovo pode estar distorcida, particularmente quando as contribuições nutricionais do ovo são consideradas.

 

Não somente décadas de pesquisa demonstraram não haver associação do consumo do ovo com doenças cardíacas, mas que os ovos são excelente fonte de colina, importante nutriente para quebrar a homocysteina - um aminoácido do sangue associado com o aumento do risco de doenças do coração.

 

O pacote de benefícios do ovo segue:

• Controle de peso: Proteínas de alta qualidade dos ovos contribuem para a sensação de saciedade prolongada e para manter a energia do organismo. 

• Manutenção da força muscular e redução da perda de massa muscular: Pesquisas indicam que proteínas de alta qualidade produzem força muscular e ajudam a prevenir a perda de massa muscular em pessoas idosas.

• Gestação saudável: A gema do ovo é excelente fonte de colina, um nutriente essencial que contribui para o desenvolvimento do sistema nervoso central do feto, importante para a prevenção de anomalias fetais. Dois ovos provêm cerca de 250 miligramas de colina, ou seja metade das necessidades diárias para uma mulher gestante ou amamentando.

• Função cerebral: Colina também é muito importante para a função cerebral em adultos, mantendo a estrutura das membranas celulares. É componente-chave para a neuro-transmissão, que é responsável por transmitir as “mensagens” do cérebro através dos nervos para os músculos.

• Saúde da visão: Luteína e Zeaxantina, dois antioxidantes encontrados no ovo, ajudam a prevenir a degeneração macular, que é a causa principal da cegueira dos idosos. Apesar de possuir quantidade pequena dos dois nutrientes, pesquisas demonstram que a luteína dos ovos é mais biodisponível que a luteína de outros alimentos.

 

Referências: 

Lee A and Griffin B. Dietary cholesterol, eggs and coronary heart disease risk in perspective. Nutrition Bulletin (British Nutrition Foundation).

Qureshi A, et al. Regular egg consumption does not increase the risk of stroke or cardiovascular diseases. Medical Science Monitor.

Tran NL, et al. Balancing and communicating risks and benefits associated with egg consumption – a relative risk study.

Weigle DS, et al. 2005. A high-protein diet induces sustained reductions in appetite, ad libitum caloric intake, and body weight despite compensatory changes in diurnal plasma leptin and ghrelin concentrations.

Evans WJ. 2004. Protein Nutrition, Exercise and Aging.

Zeisel SH. Choline: Critical role during fetal development and dietary requirements in adults.

Moeller SM, et al. 2000. The Potential Role of Dietary Xanthophylls in Cataract and Age-Related Macular Degeneration.

Chung HY, et al. Lutein bioavailability is higher from lutein-enriched eggs than from supplements and spinach in men.

Pesquisa qualitativa realizada em abril e maio 2008 para avaliar a percepção de consumo do ovo – Ovos Brasil  

 
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