SEMPRE COM SAÚDE, SEMPRE NATUROVOS

Ano

Mês

TAGS

Artigo / 01.08.2015 Maior produtor de ovos do Sul do Brasil realiza Festival do Ovo em outubro

A produção e os benefícios do ovo são destaque no Rio Grande do Sul, onde acontece o Festival do Ovo. Salvador do Sul é a cidade-sede desse evento que está ganhando fama e conquistando os gaúchos. O município é considerado o maior produtor de ovos do Sul do Brasil e tem nesse evento uma programação que visa celebrar os ovos e seus benefícios para produtores e a população em geral.  

 

A segunda edição do Festival do Ovo acontece no próximo dia 9 de outubro, em Salvador do Sul, cidade a 100 km de Porto Alegre. O evento promete mais atrações este ano, como o 4º Seminário de Agricultura e Meio Ambiente, que terá a avicultura como tema de palestras e debates. Os painéis terão participação de profissionais da Associação Gaúcha de Avicultura, a Asgav, e da Embrapa, abordando temas como o festejado Projeto Ovos RS, a legislação de postura comercial, a biosseguridade na postura e as boas práticas de fabricação nas granjas avícolas. Também haverá espaço no Festival do Ovo para um concurso gastronômico, que será definido pela comissão organizadora.

 

O 2º Festival do Ovo acontecerá no dia 9 de outubro, data do 52º aniversário de Salvador do Sul, e também celebrará o Dia Mundial do Ovo, no Ginásio Poliesportivo da cidade. Apresentações culturais e musicais divertirão o público no evento.

 

A cidade de Salvador do Sul, maior produtora de ovos do Sul do país, fica no Vale do Caí, na Serra Gaúcha. O município é também a sede da empresa Naturovos, uma das maiores exportadoras de ovos do país, que se destaca pela produção de ovos pasteurizados e pela automatização dos seus métodos produtivos.

 

Fonte: www.ahoradoovo.com.br

COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
Artigo / 15.07.2015 Pesquisa da Udesc Oeste revela que ovo é o alimento de origem animal mais completo em valor nutricional

Pesquisa elaborada por estudantes do curso de Zootecnia do Centro de Educação Superior do Oeste (CEO), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), revela que o ovo é o alimento de origem animal mais completo em valor nutricional e que seus componentes são inferiores apenas aos do leite materno.
 

O trabalho das alunas Suelen Serafini e Kaine Cristine Cubas da Silva e do aluno Júnior Gonçalves Soares revela também que o Japão e o México são os países que mais consomem ovos numa relação de um produto por habitante ao dia. No Brasil o consumo é de 162 ovos ao ano, mas é também utilizado na produção de massas, bolos e em outros tipos de alimentos.
 

Com auxílio do professor Marcel Manente Boiago, do curso de Zootecnia, a pesquisa revela também que a gema é a principal fonte nutricional durante os primeiros dias de formação do embrião. O ovo também apresenta as chalazas, estruturas que sustentam a gema no centro do ovo, e a membrana vitelina, que circunda e a protege, formada a partir de deposições diárias de nutrientes formados principalmente no fígado.
 

Os ovos comerciais são produzidos em granjas que utilizam poedeiras, e as coletas podem ser realizadas de forma manual ou mecânica, por meio de esteiras móveis localizadas nas calhas de coleta de ovos. De acordo com os estudantes,  após a coleta, os ovos são levados ao entreposto onde são classificados e embalados.

 

Refrigeração
 

De acordo com a pesquisa, o ovo pode permanecer no mercado até 30 dias após a postura, de preferência sob refrigeração. Porém, algumas empresas estipulam o prazo de validade conforme a data de embalagem dos ovos.
 

No entreposto, os ovos devem passar pela ovoscopia, análise de detecção de trincas na casca por incidência luminosa, não visíveis a olho nu. Também podem passar por lavagem com água clorada entre 40° e 45° com a finalidade de retirar as sujeiras da casca e a camada natural de mucina, que atua como proteção naural antibacteriana.
 

Durante a classificação, os ovos passam por nova análise, quebra de casca e são divididos em gema e clara ou mantidos integrais, para posterior continuidade do processo de pasteurização, que consiste em manter os ovos integrais a 60° por 3,5 minutos, ou desidratação.

 

Bactérias

O trabalho revelou também que durante sua formação no oviduto, algumas bactérias, como a Salmonella, podem contaminar o ovo antes que seja formada a casca na glândula calcígena ou útero, “gerando a contaminação das aves que irão se formar a partir desse ovo ou de quem o consumir”.
 

 

Fonte: Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC

COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
Artigo / 08.07.2015 Comer ovos faz as pessoas serem mais caridosas, diz estudo

Líderes de instituições de caridade, tomem nota. Para obter boas doações, é bom chamar o potencial doador para um café da manhã regado a... ovo! Começar o dia com três ovos pode tornar as pessoas mais caridosas, diz um novo estudo sobre como determinadas dietas afetam o comportamento.

 

Pesquisadores do Instituto Leiden para o Cérebro e Cognição, na Holanda, descobriram que um composto encontrado em ovos age sobre substâncias químicas do cérebro, incluindo a serotonina, o que faz homens e mulheres doarem duas vezes mais para a caridade. A pesquisa descobriu que altos níveis de triptofano, ou TRP, um aminoácido essencial encontrado em ovos, peixes e leite, desempenha um papel importante na produção de serotonina, a substância química do cérebro que está envolvida no humor e comportamento social. Níveis baixos têm sido associados com o isolamento social e agressão.

 

"Pela primeira vez, investigou-se como um composto contido em alimentos podem promover a caridade'', disse a equipe de pesquisa holandesa. "O nosso estudo é o primeiro a demonstrar que ela pode ser aumentada com suplementos alimentares".

 

Na pesquisa, 32 pessoas, entre homens e mulheres, fizeram uma série de testes e exames. Em seguida, 16 receberam um pó contendo 0,8g de TRP (aproximadamente a mesma quantidade encontrada em três ovos), e 16 receberam um placebo em pó.

 

Todos os participantes receberam 10 euros para participar da pesquisa e, no início, lhes foi perguntado se estavam dispostos a dar parte do valor para a caridade. Para testar a generosidade, caixas de doação para a Unicef, Anistia Internacional, Greenpeace e WWF foram espalhadas pelo laboratório. Após a contagem das doações, os pesquisadores descobriram que aqueles que tinham tomado o TRP deram, em média, um euro a mais que os que tomaram o placebo.

 

O efeito do TRP ainda não está tão claro, mas a teoria é que a oxitocina, um hormônio ligado ao comportamento social, está envolvida também.

 

"Pode ser provável que a vontade de doar dinheiro para uma instituição de caridade seja modulada pelo efeito que a serotonina exerce sobre os níveis de oxitocina", disseram os pesquisadores em um artigo publicado na revista "Frontiers in Psychology". "Nossos resultados apoiam a abordagem materialista de que você é o que você come".

 

Fonte: Jornal O Globo - 02/05/2015 

COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA